Não Quero
Não quero que um dia, entres num bar imaginário para beber, só para esqueceres o que não fizestes.
Não quero.
Que o vazio, seja a tua referência, a realidade, com a qual vais ter de te haver mais tarde.
E que fiques algemado à ideia, de que a vida passou por ti sem te cumprimentar, e te roubou o ânimo, com intuito de não to devolver.
Não quero.
Que na tua história, morras todos os dias devagarinho, porque a vida, sorrateira, só consome o que a alimenta.
Os absurdos, incoerências, esquecimentos, dúvidas, assim como os lapsos, fazem parte do caminho.
Agora, abre a porta à surpresa, manda-a entrar.
Acorda a estranheza do viver, brinca com a realidade, agarra partes aqui e acolá, para compores um sonho.
Traz para dentro o que está lá fora.
Só quero que saibas, que o que te falta, também pode ser da minha conta.
Agora deita-te no meu colo e fecha os olhos, para podermos pensar noutras coisas.
Não quero.
Que o vazio, seja a tua referência, a realidade, com a qual vais ter de te haver mais tarde.
E que fiques algemado à ideia, de que a vida passou por ti sem te cumprimentar, e te roubou o ânimo, com intuito de não to devolver.
Não quero.
Que na tua história, morras todos os dias devagarinho, porque a vida, sorrateira, só consome o que a alimenta.
Os absurdos, incoerências, esquecimentos, dúvidas, assim como os lapsos, fazem parte do caminho.
Agora, abre a porta à surpresa, manda-a entrar.
Acorda a estranheza do viver, brinca com a realidade, agarra partes aqui e acolá, para compores um sonho.
Traz para dentro o que está lá fora.
Só quero que saibas, que o que te falta, também pode ser da minha conta.
Agora deita-te no meu colo e fecha os olhos, para podermos pensar noutras coisas.

Comentários
Postar um comentário